7.7.07

Que idade tem o multibanco?

Fez recentemente 40 anos. A primeira caixa automática funcional do mundo foi instalada em Londres, a 27 de Junho de 1967, numa filial do Barclays Bank. A invenção é creditada a John Shepherd-Barron, que afirmou ter tido esta ideia enquanto tomava banho (será que toda a gente se lembra destas ideias no banho?)."Há muito tempo que tentava encontrar uma forma de aceder ao meu dinheiro em qualquer parte do mundo", declarou Shepherd-Barron à imprensa da época. A inspiração adveio das vulgares máquinas de venda de chocolates, "mas substituindo as guloseimas por notas". As primeiras caixas automáticas aceitavam apenas uma ficha ou cupão de uso único, que era retido pela máquina. A ideia de um cartão reutilizável com PIN integrado coube a James Goodfellow. Goodfellow experimentou o sistema em casa, com a sua esposa, concluindo que era mais fácil memorizar quatro algarismos do que seis, número que tinha inicialmente imaginado para constituir o código.

Hoje, existem cerca de 1,6 milhões de caixas automáticas, e o sistema português da SIBS é considerado um dos mais avançados a nível mundial devido ao elevado número de funcionalidades disponibilizadas nos seus terminais.

Será o termo Multibanco é igual em todos os países? Obviamente que não. Eis alguns nomes por que são conhecidos os sistemas de caixa automática noutros países:

Green Machine - Canadá
Khodpardaz - Irão (significa "pagador automático" em persa)
Night and Day - Nova Zelândia
Caspomat - Israel
Otto - Finlândia
Pinautomaat - Holanda
TYME Machine - EUA (TYME = "Take Your Money Everywhere")
Zidong tikuanji - China
Saraph 'Ali - Árabe

Boas utilizações de ATM

1000

Desde que criei o blog, a 23 de Abril deste ano, atinge hoje um valor mítico. Tive o milésimo visitantes. Não o fiz, nem o faço, com o intuito de ser "o maior" mas fico satisfeito ao verificar que tenho leitores contentes e/ou curiosos com o escrevo. Rejubilo quando tenho comentários aos meus posts que à medida que o tempo vai passando são cada vez mais frequentes. E países? Ora bem, para um blog que apenas vai contanto o que se passa com o Urso, Pinguim e futuramente com o Pingurso (está quase) fico admirado com a quantidade de nações que já cá meteram os pés. Além de Portugal (de Norte a Sul), eis a lista: Inglaterra, Estados Unidos, Brasil, Suécia, Canadá, China, Índia, Alemanha, Espanha, Paraguai, Colómbia, México, Grécia, Moçambique, R. Dominicana, França e Argentina. A todos, um abraço de(o) Urso.

4.7.07

Bodas de Cera

Depois das bodas de Algodão, Couro e Fermento, festejamos hoje as bodas de Cera. Para o ano será a de Madeira. Queria agradecer a todos os que, de várias formas, lembram-se do nosso dia. Um abraço especial ao Umeumaisvelho por termos tido direito a este post.

Quanto ao dia de hoje, começamos por ir à Maternus para a última consulta (pensava eu) mas ficámos a saber que "ainda está muito verde". Dia 9 (segunda) teremos outra visita para fazermos um ctg e confirmar se o dia 10 sempre se mantém. Trabalho para casa: andar, andar e andar. Estamos a pensar ir ao IKEA este fim de semana e talvez o façámos a pé...eheheh

À noite fomos jantar os dois numa esplanada à beira rio. Muito bom.

Just a perfect day

Quem diria que faz hoje 4 anos que nos casámos. O tempo passa mesmo depressa. "Quando se está bem, o tempo passa num instante". Não podia concordar mais com esta frase. E no ano e mês em que o Pingurso nasce, casamos os anos, 4 anos a 4 de Julho. Coincidências.

Pinguim, adoro-te!

Deixo-vos com a nossa música. Just a perfect day de Lou Reed

3.7.07

Falta 1 semana!

Pelo que tudo indica, daqui a uma semana já deveremos ter o Pingurso cá fora. Finalmente vai largar a mãe e começar a dar um pouco de atenção ao pai. Mas acredito que seja mais o contrário, i.e., sermos nós a dedicar-lhe todos os cuidados.

O Pinguim já está de baixa. Não está mal disposta, antes pelo contrário, mas tem andado muito cansada. Já não consegue dormir uma noite inteira e vai dormitando por aqui e por ali ao longo do dia. Tem aproveitado para jantar com os amigos daqui e dali.
Amanhã teremos mais uma consulta com o nosso dr. House e presumo que seja a última consulta antes do parto.

Cada vez mais ansioso....

2.7.07

Existirão mínimos para Pequim?

Faltam menos de 10 dias...
Agora que já temos tudo pronto (até nos lembrarmos de algo que falta) para a chegada do Pingurso, começamos a praticar/testar a vida a três.

1º teste? Montar a alcofa/cadeirinha no carro. Mentalizados que não é de montagem básica mas conscientes que, sobretudo para quem gosta de bricolage, deve ser algo instintivo lá fomos nós para a garagem cronometrar o nosso tempo. Palpites? 12 minutos foi o tempo que precisamos para montar. E apenas no banco de trás. Começamos a tentar no banco da frente mas entalámos o cinto de tal maneira que encravou. Para breve teremos o nosso 2º ensaio. Até lá, vamos estudando a teoria.

Isto de conseguir um bom pediatra não é tarefa fácil. Não sei se é normal marcar uma consulta pré-natal com ele mas da nossa parte já desistimos porque não existe nenhum que esteja com agenda disponível. Vamos ver o que conseguimos até lá. Maria Inês, obrigado pela ajuda.

Como hoje temos o concerto dos Gotan Project, deixo-vos com este grande êxito: Queremos Paz.

Vai uma onda?


Ontem voltámos a ir à praia e pela primeira vez fomos à do Meco. Para lá chegar andámos a rotundar em todas as rotundas que apanhámos, graças ao gps da Teresa. (Deixa lá Tété, que passado um dia já estou com saudades. Estas segundas-feiras são tramadas).

Não sei porque (não é época de marés vivas) mas o mar estava de tal forma agitado que quer o poste da bandeira (vermelha, claro) quer as palhotas foram levadas pelas ondas.

Seja como for, passámos (Pinguim, Betadina e Miss Simposium) uma tarde muito animada. Programa para repetir brevemente (nota: salvo disponibilidade por parte do Pingurso).

O senão disto tudo foi o vento que se fazia sentir que, não sendo forte, foi o suficiente para me meter ao sol sem me aperceber que me estava a queimar (forte e feio). Hoje pareço um semáforo (nas costas e na cabeça).


Isto foi só o começo da devastação. Em conversas com colegas do trabalho chegámos à conclusão que em todas as praias o panorama foi mais ou menos idêntico.