
Contudo, nem sempre foi assim. Originalmente, SPAM, foi o nome dado a uma marca de presunto picante (Spieced Ham) enlatado fabricado por uma empresa norte-americana que vende o produto desde 1937. Mas porque é que o nome de uma marca de comida enlatada se tornou sinónimo de uma das piores pragas da Internet?
Tudo se explica quando o grupo de comediantes Monty Python, num sketch de televisão (ver video), encena uma cena surreal num restaurante em que todos os pratos do menu incluíam SPAM. A empregada de mesa descreve aos clientes os prato, repetindo a palavra “spam” para sinalizar a quantidade de presunto que é servida em cada prato. Enquanto ela repete “spam” várias vezes, ouve-se um coro de Vikings cantar uma canção, cuja letra se reduzia praticamente à palavra “spam”. Naquela cena, “spam”, era algo não desejado, que estava em todo o lado e dificultava a comunicação.
Assim sendo, alguns utilizadores começaram a relacionar a irritante e repetitiva música “spam”, com as mensagens também irritantes e repetitivas que bombardeiam as nossas caixas de correio electrónico.
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